sábado, 19 de março de 2011

PAI versus Papá



Desde que fui abençoado com uma criança na minha vida, compreendi que tenho dois papéis distintos para ela. Sou pai e papá. Há quem tenha as suas responsabilidades e os papéis confundidos, mas alguns de nós percebemos a diferença.


Soube que era um pai quando fiquei feliz por a minha mulher ter engravidado.
Soube que era um papá quando compreendi que agora tinha uma razão forte para ir à loja de brinquedos.

Dei-me conta de que era um pai quando tocava, com ternura, a criança que crescia no ventre da minha mulher.
Soube que era um papá quando conversava e contava graças à sua barriga grávida.

Soube que era um pai no dia em que vi nascer a minha filha.
Tornei-me um papá quando olhei para aquele bebé recém-nascido e chorei.

Era um pai quando lutava para lhe mudar a fralda e a limpar.
Soube que era um papá quando compreendi que não me importava de o fazer.

Quando sou pai, corrijo cuidadosamente os erros da minha filha.
Como papá, digo-lhe o que aprendi com alguns dos meus próprios erros.

Como pai, penso em todas as responsabilidades que advêm de ter uma filha.
Quando sou papá, dou-me conta do quanto amo a minha família e de como não consigo pensar na vida sem ela.

Quando sou pai, tenho muito cuidado ao comprar brinquedos que sejam seguros para a minha filha.
Como papá, certifico-me de que tenho tempo para brincar com ela e com os seus novos brinquedos.

Quando sou pai, há sempre alturas em que tenho de disciplinar a minha filha por transpor as regras.
Quando sou um papá, falo-lhe de todas as regras que eu também tenho de cumprir e de que não gosto.

Como pai, procuro actividades que ensinem alguma coisa à minha filha.
Como papá, tento encontrar coisas que possamos aprender juntos.

Quando sou pai, certifico-me de que a minha filha limpa tudo o que sujou.
Quando sou um papá, compreendo quando ela me mostra coisas que sujei e que devo limpar.

Como pai, digo à minha filha para fazer o seu melhor quando tenta algo de novo.
Quando sou um papá, compreendo quando as coisas não correm bem e digo-lhe que não faz mal.

Quando sou pai, ensino à minha filha que não há monstros ou coisas parecidas.
Como papá, compreendo que ela tenha medo deles.

Como pai, sinto sempre alívio quando, ao entrar em casa, vejo que a minha filha está segura no lar.
Como papá, mal posso esperar por aquele abraço de boas-vindas.

Como pai, certifico-me de que a minha filha está bem agasalhada antes de ir brincar na neve.
Como papá mostro-lhe a melhor maneira de fazer um boneco de neve.

Como pai, não tenho problema em correr ao lado da bicicleta da minha filha, segurando-a enquanto ela aprende a andar.
Quando sou um papá há uma parte de mim que desejava não ter de a largar.



Ao caminhar com a minha família, sei que o futuro fará com que fiquemos todos um pouco mais velhos. O tempo tem uma forma de fazer com que a criança que vemos todos os dias se torne adulta. Quando a minha filha crescer, espero que nunca se esqueça de que serei sempre o seu pai, e que nunca queira esquecer-se que eu amei muito ser seu papá.

J. Michael Krivyanski
Saúde & Lar - Março 2011



terça-feira, 8 de março de 2011

HOMENAGEM À MULHER








QUAL FOI
O ACONTECIMENTO
DO ANO
EM PORTUGAL?




Para mim, é a repetição do milagre que as mulheres portuguesas
continuam a fazer.

Estão nas filas dos transportes públicos às seis da manhã
para ir para o trabalho
e depois, à noite, em casa, vão mantendo tudo como
se lá tivessem estado todo o dia.

Face ao que fazem todos os dias, tudo o mais no País
é realmente banal.
Mário Crespo (Jornalista)

Revista  NOTÍCIAS  SÁBADO  do  JN - 30 de Dezembro de 2006





Minha Querida Amiga:
       
Felizmente que há o Dia da Mulher porque, doutro modo, seria mais difícil encontrar um pretexto para nos dirigirmos às Mulheres e dizer-lhes aquilo que o Mundo delas espera. Porque há muitas coisas que permanecem escondidas e que precisam ser conhecidas para sabermos como há
-de ser feito o futuro.

       Como já dissemos o ano passado, o masculino, ao construir a História através do processo do poder, e, ao excluir a mulher dessa tarefa, fez com que ela fosse cultivando outros valores, especialmente ligados ao mundo dos afectos, e que estão fora da galáxia do poder. O problema de hoje é que o homem precisa de integrar no seu processo de formação e comportamento, esses valores que a mulher desenvolveu enquanto esteve ausente.

       O que o futuro espera da Muher é a sua contribuição para a mudança do modelo de vida das sociedades. As mulheres demonstraram já que podem ser iguais. Trata-se de tomar consciência de que devem ser diferentes. Porque a intervenção na sociedade não é um exclusivo do processo do poder. Sabemos que, muitas alterações dos comportamentos políticos e sociais já são indicadores duma lenta e subtil passagem das sociedades do poder para as sociedades de diálogo, afecto e cultura.

       No dia de hoje gostaríamos de chamar a atenção para esta necessára mudança que fez dizer ao poeta Louis Aragon que "a mulher é o futuro do homem".

       Ao desejar-lhes ânimo e coragem para continuar essa nobre missão, e exprimindo desde já o nosso reconhecimento, somos:


António  Alçada  Baptista (Escritor)  &  Biocel  Lda  -  08.03.1995

Subsidiária da Roche Farmacêutica Química Lda.





segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O PODER DO AMOR



A história de amor deste jovem casal é uma das mais trágicas da literatura mundial. Tudo começou quando Abelardo, brilhante filósofo e poeta francês do século XII, se apaixonou pela sua aluna Heloísa. Após um relacionamento arrebatado, que resultou no nascimento de uma criança e num casamento secreto subsequente, o tio de Heloísa vingou-se de Abelardo, ordenando que ele fosse castrado. Após esse castigo cruel, Abelardo retirou-se para um mosteiro e convenceu Heloísa a fazer o mesmo. Do seu convento, Heloísa escreveu esta carta ao ex-marido e namorado. A carta está reproduzida em trechos.

Querido Abelardo

       Você e o mundo todo sabem o quanto perdi ao ficar sem você. Isso que fizeram contra nós, esse acto supremo de traição roubou você de mim e roubou-me de mim mesma.
       A minha tristeza pela perda nada é comparada ao que sinto pela maneira como perdi você. Seguramente, quanto maior a causa da dor, maior a necessidade de consolo, e esta ajuda ninguém pode trazer além de você; você
é a única causa da minha tristeza e somente você pode conceder-me a graça do consolo. Somente você tem o poder de entristecer-me e de trazer-me felicidade ou consolo; somente você tem uma dívida tão grande para comigo, particularmente agora que executei todas as suas ordens tão obedientemente que, mesmo não tendo forças para me opor a você em nada, encontrei forças para obedecer à sua ordem de me anular a mim mesma.
       Fiz mais, por estranho que pareça: o meu amor elevou-se a tal intensidade que roubou a mim mesma o que mais desejava, sem nenhuma esperança de recuperação, e cumprindo o que você pedia, mudei as minhas roupas juntamente com a minha atitude, a fim de provar que você era o único possuidor tanto do meu corpo quanto da minha vontade.
       Deus sabe que nunca procurei coisa alguma em você além de você mesmo; não queria nada do que era seu; queria simplesmente você.
       Os meus próprios prazeres e desejos não procurei gratificar, como bem sabe, mas sim os seus. O nome de esposa pode parecer mais sagrado ou mais forte, porém mais doce para mim será sempre a palavra namorada.
       Acreditei que, quanto mais eu me humilhasse por sua causa, mais gratidão conquistaria da sua parte, e também menos estragos infligiria ao brilho da sua reputação...
       Diga-me uma coisa se puder. Por quê, após nos termos isolado um do outro, que foi uma decisão unicamente sua, tenho sido negligenciada e esquecida por você, a ponto de não ter nem uma palavra sua quando você não está aqui para me dar forças, nem o consolo de uma carta na sua ausência?
       Imploro, então, que ouça o que peço - verá que é um pequeno favor que pode facilmente conceder-me. Enquanto me é negada a sua presença, dê-me pelo menos através das suas palavras - das quais você tem o suficiente e mais - alguma doce lembrança de si mesmo...
       Em nome de Deus a quem você se dedicou unicamente, imploro-lhe que restaure a sua presença para mim da maneira que puder, escrevendo alguma palavra de consolo, para que nela, pelo menos, eu possa encontrar maior força e disposição para servir a Deus... Imploro que pense no que me deve, dê ouvidos
às minhas súplicas, e terminarei uma longa carta com um breve final: adeus, meu único amor.

CARTAS INSPIRATIVAS, Compiladas e Editadas por Ben Alex



(Muita força! Mas demasiado doloroso!...
Leia mais em LEITURAS PARA A VIDA:  Sexo - Uma encruzilhada - 08.03.2011)


sábado, 1 de janeiro de 2011

COMO É A SUA CIDADE?


       Havia um homem idoso e muito sábio. Todos os dias ele se sentava, na sua cadeira
de baloiço, ao lado de um posto de gasolina,
e esperava para cumprimentar os motoristas que transitavam pela sua pequena cidade.
       Um certo dia, a neta desse homem sentou-se aos pés da sua cadeira e passou um longo tempo a fazer-lhe companhia.
       Enquanto eles observavam as pessoas a chegar e a partir, um homem alto, que parecia um turista - pois o avô e a neta conheciam todos os moradores da cidade - começou a andar de um lado para o outro como se estivesse a examinar o local para ali morar. O indivíduo aproximou-se dos dois e perguntou:
       - Como é esta cidade?
       O senhor idoso virou-se lentamente e disse:
       - E como é a cidade de onde o senhor vem?
       - Na cidade de onde eu venho - respondeu o turista - todo o mundo critica todo o mundo. Os vizinhos fazem mexericos. É um lugar péssimo para viver. Estou feliz por sair de lá. Não é nada agradável.
       O homem sentado na cadeira de baloiço olhou para o estranho e disse:
       - Sabe de uma coisa? Esta cidade é exactamente assim.

       Mais ou menos uma hora depois, uma família que também estava de passagem pela cidade parou para reabastecer. O carro rodou lentamente e parou diante do local onde o senhor idoso e a sua neta se encontravam. A mãe saltou do carro com as duas crianças pequenas e perguntou onde ficava a casa de banho. O homem na cadeira de baloiço apontou para uma pequena placa curva e pendurada, presa apenas por um prego do lado de fora da porta. O pai desceu do carro e perguntou ao senhor idoso:
       - Esta cidade é um lugar bom para a gente viver?
       O senhor idoso respondeu com uma pergunta:
       - Como é a cidade de onde o senhor vem?
       O pai olhou para ele e disse:
       - A cidade de onde venho é muito prestativa. Todos estão sempre a querer ajudar o vizinho. Por todos os lugares por onde andamos, ouvimos sempre um cumprimento e uma palavra de agradecimento. Detesto ter de me vir embora de lá. Parece que estou a deixar a família para trás.
       O senhor idoso virou-se para o pai e deu-lhe um sorriso caloroso.
       - Sabe de uma coisa? Esta cidade é muito parecida com a sua.

       A família agradeceu, voltou ao carro, acenou despedindo-se e partiu.
       Após alguns minutos, a neta olhou para o avô e perguntou:
       - Vovô, por que disseste ao primeiro homem que esta cidade era um lugar horrível para viver e depois disseste ao pai da família que era um lugar maravilhoso?
       - O avô olhou carinhosamente para os olhos azuis e inquisitivos da neta e disse:
       - Seja qual for a cidade onde vamos morar, carregamos connosco as mesmas atitudes, e é isso que torna o lugar horrível ou maravilhoso.


Recontada por Kris Gray
Histórias para o Coração - Editora United Press



«O mundo toma a cor dos teus olhos
e
o amor do teu coração»


/


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natal Diferente



Eu queria um Natal diferente,
um Natal com toda a gente
no Presépio de Jesus!
Um Natal de Harmonia,
de Justiça e Alegria,
onde tudo fosse Luz...

Eu queria um Natal diferente,
que começasse em Janeiro,
um Natal de um ano inteiro...
Era fácil, podes crer:
era só o Homem querer
pensar nos outros primeiro!

Eu queria um Natal diferente,
com toda a gente presente
no Presépio de Belém!
Mas falta sempre alguém
que não sabe que o Menino
nasceu por ele também!

Eu queria um Natal diferente,
em que cada coração
batesse com mais ardor!
Um Natal em que tu e eu
rompessemos a solidão,
dos que vivem sem Amor!

Eu queria um Natal diferente,
sem armas, guerras, rancor,
onde todos fossem gente,
sem dar importância à cor,
onde tudo fosse Paz,
onde tudo fosse Amor!

Eu queria um Natal diferente
mas com uma condição:
que serás tu, serei eu,
a levar a Boa Nova
do Menino que nasceu
a todo o Homem-Irmão!

E assim, talvez um dia,
esteja toda a Humanidade
no Presépio de Belém!
Até chegar essa hora,
vamos amar sem limites
para não faltar ninguém!


Maria Ana Themudo
in
De Mãos Dadas


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

JÔ SOARES
ENTREVISTA ARQUEÓLOGO CRISTÃO

29.11.2010


No dia 12 de Abril de 1961, o cosmonauta russo Yuri Gagarin, o primeiro homem a viajar na órbita da Terra, a bordo da nave Vostok I, proclamou ao mundo: "A Terra é azul." Criado num regime ateísta, num tremendo desprezo em relação à Bíblia, ele afirmou após o seu regresso: "Eu estive no céu e lá não vi Deus!"

A princípio, tal declaração parecia um golpe fatal sobre os que queriam unir fé e ciência. Alguém foi ao mais alto céu e não percebeu a glória do Criador. Mas o tempo se encarregou de corrigir o trocadilho do soviético e numa data muito sugestiva: 25 de Dezembro.

O ano era o de 1968 e três astronautas da Apollo 8 estavam circundando o lado escuro da Lua, numa órbita muito superior à alcançada por Yuri Gagarin. De repente, sobre o horizonte da lua rosa, apareceu a linda imagem azul do nosso planeta (a mesma contemplada pelo russo). Eles estavam conectados com vários canais de comunicação mundial. Não eram poetas, nem declamadores líricos, mas resolveram declamar juntos um verso que representava tudo o que se passava, naquele momento. Milhões de pessoas de várias partes do globo ficaram emudecidas enquanto os astronautas repetiam:
«No princípio criou Deus o Céu e a Terra.»

Deus estava lá, Gagarin é que estava míope para não O ver.
Rodrigo Pereira da Silva
Arqueólogo







sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

AGRADAR A DEUS


«Ao Senhor agrada os que O honram, os que confiam no Seu amor.» Salmo 147:11.

       A comissária de bordo que me recebeu no voo 8881, de La Paz para São Paulo, perguntou-me com timidez: "O senhor é o Pr Bullón?" O brilho dos seus olhos negros e o sorriso do seu rosto moreno expressavam uma emoção especial. Tinha lido o meu livro O Terceiro Milénio e as Profecias do Apocalipse, e no momento passava por uma luta entre a sua mente, que aceitava as verdades bíblicas, e o seu coração, que tremia.
       "Deus já fez tanta coisa por mim", disse ela "mas vejo tantas dificuldades na minha frente que tenho medo de decidir."
        A Cristiane estava a passar pelo doloroso processo do crescimento. Crescer não é fácil, porque significa aprender a navegar rumo ao porto seguro através de um mar de constantes mudanças e paisagens diferentes. Crescer é entrar cada dia num mundo desconhecido. E isso provoca medo, porque se vive uma realidade que foi construída de imagens e experiências, algumas criadas por nós mesmos, e outras emprestadas do mundo que nos rodeia.
       Quando essa realidade é apenas humana e limitada aos valores da Terra, não sentimos segurança. Vivemos, mas há sempre uma sensação inconsciente de vazio.
Até que um dia nos deparamos com a Palavra de Deus, cujos valores são absolutos e concretos, porque vêm de um Deus eterno e absoluto. No entanto, esses valores nem sempre combinam com a fragilidade da realidade humana. O resultado é medo, dúvida e indecisão.
       Mas a Cristiane é sincera, honesta e sonhadora. Sonha com a realidade de uma vida plena. Sabe que a plenitude não pode ser o fruto do seu esforço humano e, por isso, procura Deus. A emoção de me encontrar no avião, inesperadamente, nascia do facto de querer que um dia, de alguma maneira, Deus lhe dissesse: "Filha, vai em frente. Não tenhas medo. Só em Mim e na Minha Palavra a tua realidade terá as cores do arco-íris, a beleza do amanhecer e a permanência da montanha."

       - Cristiane, não sei se voltarei a vê-la nesta vida, mas a si e a todos os que como você procuram Jesus com sinceridade, quero lembrar-lhes que:


«Ao Senhor agrada os que O honram, os que confiam no Seu amor.»

Alejandro Bullón in Janelas para a Vida

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

CONFERÊNCIAS PÚBLICAS




«O mundo está em crise. Por todos os lados muitos problemas e poucas soluções.

Lares desfeitos. Filhos carentes. Pais ansiosos. Doentes sem esperança. Pessoas famintas. Tristezas. Angústia. Desespero.

Será utopia imaginar alguém capaz de pôr em ordem o nosso velho mundo? Eliminando todos os problemas, fazendo justiça a todas as classes, sem distinção de credo ou raça?

Qual é a solução ideal para um planeta agonizante» num tempo como este?
Arthur S.Maxwell



Se o leitor deseja saber quem é esse homem, quando virá e o que fará ... acompanhe o Director-Orador do programa "Está Escrito" do Canadá na apresentação de oito Conferências em Lisboa, no Templo Adventista - Rua Joaquim Bonifácio nº 17, de 20 a 27 de Novembro pelas 20h e 30m, ou através da TV Adventista.  (Está nos Links à esquerda).



sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A CARTA DE AMOR DE DEUS



MEU FILHO,

      Podes não Me conhecer, mas Eu sei tudo sobre ti... (Salmo 139:1)
      Sei quando te sentas e quando te levantas... (Salmo 139:2)
      Conheço bem todos os teus caminhos... (Salmo 139:3)
      Até os cabelos da tua cabeça estão contados... (Mateus 10:29-31)
      Pois foste feito à Minha imagem... (Génesis 1:27)
      Em Mim existes, vives, moves-te... (Actos 17:28)
      Tu és a Minha descendência... (Actos 17:28)
      Eu conheço-te desde antes de existires... (Jeremias 1:4-5)
      E escolhi-te quando planeava a criação... (Efésios 1:11-12)
      Não foste um erro! Toda a tua vida está escrita no Meu livro... (Salmo 139:15-16)
      Foste feito de forma admirável e maravilhosa... (Salmo 139:14)
      Formei-te no ventre da tua mãe... (Salmo 139:13)
      E tirei-te do ventre da tua mãe no dia do teu nascimento... (Salmo 71:6)
      Tenho sido mal representado por aqueles que não Me conhecem... (João 8:41-44)
      Não estou distante e zangado, pois sou a expressão completa do Amor... (1 João 4:16)
      E o Meu desejo é derramá-lo sobre ti... (1 João 3:1)
      Simplesmente porque és Meu filho e Eu sou o teu Pai... (1 João 3:1)
      Ofereço-te mais do que o teu pai terreno jamais poderia oferecer... (Mateus 7:11)
      Porque sou o Pai perfeito... (Mateus 5:48)
      Cada bom presente que recebes vem da Minha mão... (Tiago 1:17)
      Eu sou o teu provedor e supro todas as tuas necessidades... (Mateus 6:31-33)
      O Meu plano para o teu futuro tem sido sempre cheio de esperança... (Jeremias 29:11)
      Eu amo-te com um amor eterno!... (Jeremias 31:3)
      Os Meus pensamentos sobre ti são incontáveis como a areia da praia... (Salmo 139:17-18)
      E regozijo-Me por ti com cânticos... (Sofonias 3:17)
      Nunca vou deixar de te fazer bem... (Jeremias 32:40)
      Porque és o Meu tesouro mais precioso... (Êxodo 19:5)
      Desejo, de todo o coração e alma, plantar-te na terra que te preparei... (Jeremias 32:41)
      E mostrar-te grandes e maravilhosas coisas... (Jeremias 33:3)
      Se Me buscares de todo o coração, encontrar-Me-ás... (Deuteronómio 4:29)
      Deleita-te em Mim e dar-te-ei o que o teu coração deseja... (Salmo 37:4)
      Pois fui Eu que coloquei esses desejos em ti... (Filipenses 2:13)
      Eu sou capaz de fazer mais por ti do que podes imaginar... (Efésios 3:20)
      Pois sou o teu maior defensor... (2 Tessalonicenses 2:16-17)
      Eu sou também o Pai que te conforta em todas as tuas dificuldades... (2 Coríntios 1:3-4)
      Quando o teu coração está cansado, estou perto de ti... (Salmo 34:18)
      Como um pastor carrega um cordeiro, Eu carrego-te perto do coração... (Isaías 40:11)
      Um dia, enxugarei todas as lágrimas dos teus olhos... (Apocalipse 21:3-4)
      E afastarei de ti toda a dor que tenhas sofrido nesta terra... (Apocalipse 21:3-4)
      Eu sou o teu Pai, e amo-te tal como amo o Meu Filho, Jesus... (João 17:23)
      Pois em Jesus, o Meu amor por ti é revelado... (João 17:2)
      Ele é a representação exacta do que Eu sou... (Hebreus 1:3)
      Ele veio para demonstrar que Eu estou contigo e não contra ti... (Romanos 8:31)
      E para te dizer que não estou a contar os teus pecados... (2 Coríntios 5:18-19)
      Jesus morreu para que tu e Eu pudéssemos ser reconciliados... (2 Coríntios 5:18-19)
      A Sua morte foi a expressão suprema do Meu amor por ti... (1 João 4:10)
      Eu desisti do que amava para poder alcançar o teu amor... (Romanos 8: 31-32)
      Se receberes o presente do Meu Filho Jesus, recebes-Me a Mim... (1 João 2:23)
      E nada te poderá separar do Meu amor outra vez... (Romanos 8:38-39)
      Regressa a casa e farei a maior festa que o Céu já viu!... (Lucas 15:7)
      Eu sempre fui um Pai e sempre serei Pai... (Efésios 3:14-15)
      A Minha pergunta é... tu queres ser Meu filho?... (João 1:12-13)
      Estou à tua espera... (Lucas 15:11-32 - Parábola do Filho Pródigo)


      Com amor, o teu Pai,

DEUS TODO PODEROSO




A Bíblia é uma Carta de Amor de Deus para todos os Seus filhos.
Deus enviou-a especialmente para si. Já a leu?
CRER É VIVER
É um curso que o ajudará a estudar e compreender a Bíblia Sagrada.
Peça-o, gratuitamente, para a morada indicada abaixo.


COMO VAI RESPONDER AO GRANDE AMOR DE DEUS?

Instituto Bíblico de Ensino à Distância - Apartado 50565
1711-001, Lisboa
Tel: 213 510 910


(Pode ler os versículos em Leituras para a Vida - O GRANDE AMOR DE DEUS - 12.11.2010)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

«ATÉ QUE ELE VENHA»


«Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.» João 5:28, 29.

       Num pequeno cemitério inglês existe uma sepultura na qual se vê um anjo esculpido em mármore. Numa das mãos segura uma chave posicionada em frente de um cadeado. Com a outra mão ele protege os olhos, enquanto olha para cima. E na base da lápide está gravada a inscrição:

«Até que Ele venha».

       A intenção do escultor era que vissemos, através dos olhos dos anjos, a glória de Deus por ocasião da vinda de Cristo, quando as sepulturas serão abertas e os crentes ressurgirão para a vida eterna. Para os que crêem na Bíblia, a morte é um curto descanso que durará até à volta de Jesus.

       A Bíblia descreve a morte 53 vezes, como um sono. Ao falar da morte de Lázaro aos Seus discípulos, o Mestre simplesmente declarou: "O nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou despertá-lo." João 11:11. Jesus ressuscitou Lázaro milagrosamente para demonstrar o Seu poder sobre a sepultura. Não precisamos de ter medo da morte. O nosso amado Salvador põe um 'sinal' na sepultura de cada um dos Seus filhos.

       Um dia, o nosso Senhor vai descer à Terra. O céu será iluminado com a Sua glória. Ele vai irromper entre as nuvens. Assim como chamou Lázaro pelo nome, há séculos atrás, também chamará os nosso amados pelo respectivo nome. As sepulturas serão abertas, e eles também sairão.

Mas haverá uma diferença significativa. Quando Lázaro foi ressuscitado, ele não recebeu um corpo imortal, glorioso. Ressuscitou para testemunhar do poder do Senhor, mas morreu outra vez. Quando os nossos entes queridos forem ressuscitados, serão ressuscitados com corpos imortais e gloriosos, para nunca mais morrerem.
       Uma nova vida pulsará nas suas veias. Levantar-se-ão com todo o vigor da juventude. Serão absolutamente perfeitos. E nós, os que estivermos vivos, também seremos transformados num instante para recebermos os nossos corpos imortais e gloriosos. Que esperança! Que promessa! Que ela conforte, hoje, o nosso coração.


Mark Finley
SOBRE A ROCHA